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ENTREVISTA COM LINDA THOMPSON - 19 DE JUNHO DE 2002

   
Legendas: Linda; Linda no início dos anos 70 e Linda com Elvis (1973). 

Andrew Hearn entrevistou Linda Thompson para a revista Essential Elvis, onde esta entrevista foi publicada pela primeira vez. Linda foi namorada de Elvis desde o seu divórcio de Priscilla até oito meses antes da sua morte.

 

Pode começar por me contar um pouco como o seu primeiro encontro com Elvis foi marcado? Acho que foi um fulano da RCA chamado Bill Browder que foi responsável?

Sim, conheci-o como Bill Browder, mas mais tarde viria a ficar conhecido por TG Shepard, que posteriormente viria a ser cantor country e quem fez uma canção intitulada Devil in a Bottle, que teve imenso sucesso. Na altura eu era Miss Tennessee e a minha amiga, que também era minha companheira de quarto e tinha participado no concurso de Miss USA, era uma rapariga chamada Jeannie LeMay. Ela foi Miss Rhode Island e tinha acabado de se mudar para Memphis. Seja como for, um dia andávamos a passear e ela sugeriu que fôssemos até ao Fridays almoçar. Fomos ao Fridays e o Bill Browder estava lá, perguntando-nos se nos importávamos que ele nos fizesse companhia para o almoço. Depois perguntou-nos se gostaríamos de conhecer Elvis, pois estava na cidade. Se não tivesse sido pela Jeannie, provavelmente nunca o teria conhecido, porque eu era muito conservadora e ia dizer que estávamos ocupadas porque era suposto fazermos uma passagem de modelos nessa noite. Mas a Jeannie disse que teríamos muito gosto em conhecê-lo e que iríamos cancelar os nossos compromissos.

 

Na altura você era fã de Elvis?

Oh, sim, tinha-o sido toda a minha vida, mas sabia que tínhamos aquele trabalho de passagem de modelos e sentia-me feliz por honrar o compromisso, mas a Jeannie disse que se tínhamos uma oportunidade de conhecer Elvis, ela iria aproveitá-la. Por isso, cancelámos a passagem de modelos e eles arranjaram quem nos substituísse. Fomos até ao Memphian Theater à meia noite, porque era quando fechava e Elvis o alugava para ver filmes.

 

Como é que ele era? Qual foi a primeira impressão que teve dele?

Bem, eu estava no lobby a falar com alguns dos rapazes e umas poucas de pessoas que andavam por ali, quando a porta se abriu de par em par e tive uma visão. Estávamos a meio de julho em Memphis e estava muito húmido, mesmo sufocante. Ele trazia uma capa preta com colarinho alto e debruada a seda vermelha e eu disse, “Estamos um pouco vestidos como o Drácula, não estamos?” Está a ver, ambos partilhávamos um sentido de humor muito semelhante. Encarrilhámos bem logo desde o início porque ambos crescemos em Memphis, ambos tínhamos as mesmas crenças religiosas, o mesmo amor pela nossa família, devoção para com a mãe e o pai. Tínhamos o mesmo sentido de lealdade, gostávamos da mesma culinária por sermos ambos sulistas.

 

Parece que foi quase inevitável, não é, Linda?

Oh, sim, foi. Tínhamos um verdadeiro elo de ligação. Quer dizer, tornámo-nos almas gémeas. Tanto que ele costumava dizer, “Onde é que estiveste este tempo todo?” e eu respondia, “A crescer!”

 

Ele tinha acabado de se separar de Priscilla quando vocês os dois se conheceram, certo?

É engraçado porque quando nos conhecemos no Memphian Theater, ele contou-me que tinha acabado de se separar. Conhecemo-nos a 6 de julho e ele estava separado desde o início de janeiro.

 

É óbvio que conheceu Lisa Marie pouco depois de terem começado a namorar. Com que rapidez é que ela a aceitou como sendo a nova parceira do pai?

Ela era uma menina maravilhosa. Andava sempre a dar abraços e era um pouco tímida, mas sempre adorei crianças e demo-nos logo muito bem. A primeira vez que a vi foi na casa de Monovale e eu estava na piscina. Ela aproximou-se timidamente e disse olá. Começámos a conversar e tornámo-nos muito amigas. Adorava estar com ela. Sabe, Elvis tinha um espírito muito infantil e eu também o tenho. Gosto de fazer coisas acriançadas e por vezes desço ao nível de uma criança. Ela e eu ficámos muito próximas.

 

Ainda está próxima dela hoje?

Sim, estou.

 

Julgo que foi Lisa que lhe contou sobre a morte de Elvis?

Ela telefonou-me. Tinha apenas 9 anos, mas teve a presença de espírito de me telefonar e contar o que tinha acontecido.

 

Foi realmente um choque para si ou podia ter imaginado que aquilo ia acontecer?

Sabe, mesmo que alguém que conheçamos esteja num caminho de auto destruição, mesmo quando acabam por morrer, é sempre chocante. Sim, foi um choque.

 

Você salvou-lhe a vida uma ou duas vezes, não foi?

Sim, umas poucas de vezes.

 

Alguma vez falaram em casar?

Falávamos muito em casar. Também falávamos em ter filhos. Quando Elvis esteve hospitalizado umas vezes com pneumonia e outros problemas de saúde, eu ficava no hospital com ele durante duas ou duas semanas e meia de cada vez. Tinha a minha própria cama de hospital que era posta ao lado da cama dele. Até comia comida de hospital. Eu era uma rapariga jovem, saudável e vibrante, mas ali estava eu, a premir os botões da cama de hospital, para a pôr ao nível da cama dele. A televisão ligava-se automaticamente durante a noite, não havia a TV por cabo como há agora, e ligávamos o monitor para o berçário. Púnhamo-nos a escolher os bebés diferentes que gostaríamos de ter (ri-se).

 

Elvis tinha uma televisão de controlo remoto no seu quarto? Foi algo que ele pediu?

Tínhamos uma televisão no quarto, para podermos ver o berçário. Não acho que Elvis a tivesse pedido, mas por uma questão de privacidade, puseram-nos no mesmo andar onde ficava o berçário.

 

E o que tem a dizer dos homens que rodeavam Elvis? Dava-se bem com todos eles?

Na realidade, dávamo-nos todos muito bem e ainda sou amiga de muitos deles.

 

Houve alguém em particular com quem tivesse conseguido partilhar os tempos difíceis? David Briggs (o pianista de Elvis na altura) tornou-se um amigo íntimo, não foi?

Na realidade, partilhámos um relacionamento romântico durante cerca de dois anos e meio e ainda somos amigos. Era o mundo de Elvis e vivíamos este tipo de vida invertida, em que acordávamos de noite e dormíamos de dia. Estive perto das mesmas pessoas que ele e então era natural que, quando me fosse embora, gravitasse para alguém com quem tinha sido íntima e com quem tinha partilhado coisas. Também tínhamos um amor comum por Elvis. Ambos gostávamos muito dele e achávamos triste vê-lo a auto destruir-se.

 

Manteve-se em contacto com Elvis entre a altura que o deixou e a altura em que ele morreu?

Bem, ele morreu oito meses apenas depois de eu me ter ido embora. Chegámos a falar uma ou duas vezes porque me preocupava com ele e telefonava. Telefonei para Graceland umas vezes só para saber como ele estava porque me preocupava. Pedia ao Charlie Hodge, ao Ricky Stanley ou a quem quer que estivesse a cuidar dele, para ir lá acima ao quarto e ver como ele estava. Eles insistiam sempre que ele estava bem, mas pedia-lhes para ir, eles deixavam-me à espera, iam lá a cima vê-lo, e depois diziam-me que estava tudo bem. Fiz isso várias vezes sem sequer falar com ele, mas falei com ele umas duas vezes. Éramos amorosos um com o outro e… amávamo-nos. Sei que Elvis entendeu os meus motivos e amava-o mesmo muito.

 


Legendas: Linda com Elvis (1974).

 

Sei que isso é verdade. Tenho uma pergunta difícil para fazer. Se ainda estivesse com ele em agosto de 1977, acha que teria salvo a sua vida?

Bem, sei que tenho um recorde passado de lhe salvar a vida várias vezes quando certas coisas aconteciam e, tem razão, é uma pergunta difícil porque toda a gente que o rodeava, incluindo o seu pai, disseram que se eu estivesse com ele, talvez ele ainda fosse vivo. O seu pai disse-me isso na noite do funeral. Todos os seus amigos e familiares também me disseram o mesmo. Mas agora isso é algo que nunca iremos saber. Eu podia ter ficado com ele e tê-lo mantido vivo durante mais dez anos, ou poderia tê-lo encontrado morto da mesma forma que Ginger encontrou. Isso teria sido ainda mais devastador para mim do que o facto de poder ter estado lá e ter podido fazer alguma coisa. Acho que Deus tem uma forma de resolver as coisas. Ele retirou-me da situação porque talvez já não houvesse mais nada que eu pudesse fazer.

 

Não podemos mudar o curso da história, pois não?

Exatamente.

 

Posso verificar uma história consigo? É algo que supostamente aconteceu e é uma história excelente, por isso espero que tenha acontecido. Você e Elvis estavam a comer no McDonalds e houve alguém que pensou que ele era um imitador…

A história é verdadeira, mas os detalhes é que estão um pouco errados. Nunca comemos no McDonalds. Estávamos a chegar ao Memphian Theater onde lhe disse que naquela noite à meia noite fomos ver os filmes. Estávamos a entrar e ele ia um bocadinho à minha frente. Houve alguém que foi ter com ele e disse, “Oh, meu Deus, olhem, é Elvis. Você é o Elvis, não é?” Ele respondeu, “Bem, sim, sou o Elvis” e eles ficaram malucos. Queriam um autógrafo e tirar uma fotografia. Quando cheguei ao pé dele, disse, “Charlie, não estás outra vez a dizer que és o Elvis, pois não? Vá lá, não estás a dizer a estas pessoas que és ele, pois não?” Disse aos fãs, “Está sempre a fazer isto e a meter-se com as pessoas.” E os fãs disseram, “Sabíamos que não podia mesmo ser Elvis” e ele replicou, “Mas eu sou, diz-lhes, querida!” Eu limitei-me a replicar, “Vem daí, Charlie, estamos atrasados.”

 

Parece que foi divertido.

Ele tinha um sentido de humor maravilhoso e partilhávamos isso. Se conseguimos rir com alguém, podemos passar muitos anos com essa pessoa. Pode perdoar-se uma data de coisas, e deixar outras passar despercebidas.

 

Lembra-se do poema de Elvis sobre o rouxinol que ele declamou na vossa casa de Old Hickory, em Memphis, em 1974?

Isso foi publicado?

 

Saiu em CD e posso fazer-lhe uma cópia, se gostar de voltar a ouvi-lo.

Fazia isso, a sério? A RCA tentou comprar-me isso, mas disse que não. Calculo que seja pirata, mas não me importo. Adoraria voltar a ouvir. Os meus filhos andavam no outro dia a perguntar-me por isso e andei à procura da minha cassete. Tenho isso gravado numa cassete algures. Quando acordei esta manhã, Na altura em que todas as coisas nascem, Um rouxinol empoleirou-se na berma da minha janela para saudar o amanhecer… é este o poema, certo?

 

É esse mesmo. Pode terminá-lo, se quiser (ri-se).

Ele cantou a sua canção de forma tão doce e parou por uns momentos. Ergui a janela com suavidade e esmaguei-lhe a sua ‘piiii’ cabeça (ri-se).

 

Sabe o poema de cor, mas deixou ficar de parte o palavrão!

Era o poema favorito dele.

 

Alguma vez conheceu alguém com tanto carisma como Elvis?

Não espero jamais conhecer mais alguém na minha vida com aquela magia absoluta. Elvis era único. Foi um molde. A minha avó costumava dizer que o molde dele se partiu.

 

Ainda tem o seu colar TLC (tender loving care)?

Oh, sim, ainda o tenho e uso-o de vez em quando. Não é para fazer sentir mal quem quer que seja que tenha amado na minha vida. Toda a gente tem uma magia especial. Somos todos como flocos de neve, únicos na nossa criação. Somos tão parecidos e estamos todos a derivar nesta vida, porém todos temos o nosso carácter, a nossa própria forma. Elvis era tão único, incrivelmente sensual e carinhoso. Era engraçado e era bom. Era um extremo em todos os aspetos da sua vida.

 

E o que tem a dizer daquela vez em que ele só não lhe acertou por uns centímetros com um tiro em Las Vegas?

Ele era como uma criança pequena. É espantoso quando pensamos em todas as armas que ele tinha porque agora estou tão desperta para o controlo das armas e para o perigo das armas de mão. Quando olho para trás e penso que ele tinha armas por todo o lado, carregadas, e havia uma criança por perto. Sabe? Ele limitava-se a dizer à Lisa para não se aproximar das armas e ela não se aproximava. Mas quem sabe? Se ela tivesse sido uma criança mais desobediente ou mais curiosa, é espantoso. Fico com o sangue gelado só de pensar na responsabilidade.

 

Foi um milagre que ninguém tivesse sido morto ou ficado ferido, mas acho que o incidente passado consigo foi o mais próximo disso, certo?

É verdade. Eu tinha acabado de sair do duche no Las Vegas Hilton, na suite presidencial, e ele estava deitado no sofá. Naquele tempo eles faziam uns cartazes publicitários enormes com alvos. Vegas ganhava vida quando Elvis estava lá e então tinham estes cartazes, posters e placards. E ele tinha lá um desses posters enormes com um alvo na suite e decidiu que queria fazer tiro ao alvo. Era uma espécie de cartão recortado do seu nome com um alvo no meio… como um quadro para fazer pontaria, a dizer “Venha ver Elvis…” ou algo parecido. E então, Elvis pegou na sua arma e deu um tiro ao alvo, a bala atravessou a parede, que era adjacente à casa de banho onde eu me encontrava. Atravessou a parede, depois atravessou o suporte do papel higiénico, que era de metal, continuou pela porta de espelho e despedaçou-a. Eu estava parada ao pé do lavatório, ouvi o barulho do vidro partir-se e senti a deslocação de ar na parte de trás da minha perna. Quando olhei para trás, estava um buraco de bala na porta. Soube logo o que se tinha passado. James Caughley entrou e disse, “Linda, estás bem?” e eu disse, “Sim, que diabo foi aquilo?” e ele disse que era Elvis a fazer um bocadinho de tiro ao alvo. Vesti um roupão, pus uma toalha à volta da cabeça, saí e disse, “O que é que achas que estás a fazer? Quase me mataste!” E ele ficou branco. Foi como se alguém lhe tivesse dito que a bala tinha atravessado a parede e eu tivesse sido atingida. Nem se conseguiu levantar de tão abalado que ficou.

 

Bem, essa era a criança que existia nele que já mencionou. Estava a receber um ralhete.

Eu sei, estava a ralhar-lhe e ele limitou-se a encolher-se. Disse, “Oh, meu Deus, não sabia que estavas ali dentro. Não sabia que podia atravessar a parede. Pensei que ficasse lá alojada.” E eu disse, “Podias ter-me morto!” e ele perguntou-me se eu queria ir para casa. Eu respondi, “Bem, pelo menos lá ninguém me dá tiros!” Ele sentiu-se profundamente apologético, mas bastante abalado. Ficou lívido.

 

Essa história foi apresentada no filme Elvis and the Beauty Queen. O que é que achou do filme?

Sabe? Foi um pouco frustrante porque é impossível conter em duas horas o que aconteceu num relacionamento de cinco anos nem tão pouco a intensidade que houve no meu relacionamento com Elvis. É difícil ser totalmente objetiva sobre o assunto porque estava tão ligada a tudo o que aconteceu. Acho que eles escolheram explorar algo como o consumo de drogas e problemas desse género, em vez de explorarem a sua sensibilidade, a sua generosidade, a forma como era brincalhão e o seu talento. Sabe, estas são coisas sobre as quais já falei muito. Já falei mais em detalhe dos seus atos de generosidade, espiritualidade e amabilidade. Claro que havia abuso de drogas e auto destruição, mas foi só nisto que se concentraram. Senti que era mais como que uma difamação pessoal do escritor, se bem que para comigo não pudessem ter sido mais simpáticos e amáveis. O filme não poderia ter sido mais lisonjeador para mim, o que me agradou. Tive pena que mais da sua parte bondosa não tivesse sido mostrada no filme. Havia tanta. Deveria ter sido uma mini série e as pessoas deveriam chegar ao fim a dizer, “Meu Deus, que ser humano incrível ele era, com problemas, sim, mas que ser humano fenomenal e incrível.”

 

Como gostaria de finalizar esta entrevista?

Provavelmente gostaria de lhe dizer isto; durante os anos que estive com Elvis, sempre fui poetisa. Fui batizada quando tinha nove anos na Igreja Batista de Memphis e sempre senti que o dom que Deus me deu foi escrever poesia. Por isso, comecei quando tinha nove anos e escrevi poemas para o meu pai, a minha mãe e toda a minha família. Foi assim que comecei a escrever letras de músicas e quando estava com Elvis, escrevia-lhe poemas de amor. Sabe, se ele me magoasse com algo, escrevia sobre isso e exprimia-me junto dele em forma de poesia. E ele dizia sempre, “Querida, isto é lindo, porque é que não me deixas dar isto a alguém para fazer uma música e depois eu gravo, pois é tão bonito?” Mas dizia sempre que não, porque sentia que era pessoal. E agora, na minha estupidez, eu não tinha ideia nenhuma do que eram direitos de autor (ri-se). Mas também sei que, quando ele morreu, ele soube que não estive lá por qualquer outro motivo, comercial ou o que seja, senão por amor. Estive lá porque verdadeiramente o amava.

 

Não pode pôr um preço nas suas recordações ou no que lhe vai no coração.

É isso mesmo, mas acho que ele gostaria bastante de saber que me tornei numa compositora de letras de canções de sucesso e que sou capaz de fazer saltar toda a poesia numa canção. E de ter discos gravados e tudo.

 

Absolutamente, fiquei tão surpreendido por saber que já escreveu êxitos para Whitney Houston e Céline Dion.

A musicalidade do David também teria sido uma grande fonte de alegria para Elvis. Elvis adorava músicos. Adorava o David Briggs, adorava a sua música, por isso tenho a certeza que ele iria muito apreciar a música do meu marido.

 

Sei que ele gostava muito de si e os fãs pelo mundo inteiro têm consciência disso.

Isso tem sido uma fonte de consolo tão grande para mim, sentir esse amor partilhado pelo mundo inteiro. Todas as revistas de fãs e jornais sempre lidaram comigo de uma forma tão amável. Retiro mais satisfação disso do que qualquer outra coisa. Saber que as pessoas realmente entendem como eu amei tanto Elvis. As pessoas que o amam apreciam isso e querem que eu o saiba.

 

Tem algumas fotos suas com Elvis que nunca tenham sido vistas?

É tão difícil encontrar boas fotos.

 

Sabe porquê?

Porque nunca permitimos que quaisquer fotos fossem tiradas. Respeitei isso acerca da sua privacidade e ele sentia-se sempre muito estranho quando as pessoas tiravam fotos, por isso é que não existem assim tantas fotos de nós juntos.

 

 

 

Já vi várias boas fotos suas tiradas nos anos 70. Você tem pestanas muito longas, Linda.

(Ri-se) Tenho, não tenho? Os meus filhos também têm. Na minha família, do lado da minha mãe, toda a gente tem as pestanas longas. As pessoas pensavam que eu usava pestanas postiças, mas nunca usei.

 

Bem, espero que goste das fotos que escolhemos para acompanhar a entrevista quando for publicada.

Oh, tenho a certeza que vou gostar e quero agradecer a todos os fãs por permanecerem tão leais e dedicados a Elvis.

 

Passarei a mensagem e tenho a certeza que eles acham o mesmo acerca de si. Muito obrigado por nos ter concedido esta entrevista.

Mantenham o bom trabalho e vamos continuar em contacto.

 

Obrigado, Linda, dê os nossos cumprimentos ao David e ao resto da família.

Assim farei. Adeus.

 

Fonte: Essential Elvis.

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