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A MINHA TERCEIRA VISITA A MEMPHIS - 2019
Célia Carvalho, August 2019
celiamcarvalho@gmail.com

A primeira vez que fui a Memphis (e Tupelo) foi para concretizar um sonho de há vários anos. Isso aconteceu em agosto de 1997, quando tinha 27 anos, e faziam 20 anos desde que Elvis nos deixara fisicamente. Fui com duas amigas – Sandra Raquel e Lu – que tinham igualmente o mesmo sonho.
 

Na altura pensei que para tudo ser mesmo perfeito, só mesmo estando ali com um companheiro, namorado ou marido que partilhasse do mesmo gosto que eu e me compreendesse, sem ter de explicar nada (como se explicando, a quem não gosta, entendesse…).
 

Depois de 19 dias passados na terra do Rei, regressei ao meu país, em Portugal, com um misto de sentimentos: feliz por ter realizado o sonho, mas triste por ter de voltar e com o desejo de regressar. Aliás… junto do túmulo de Elvis prometi-lhe que haveria de voltar. Não sabia quando, mas iria voltar.
 

E, cinco anos depois, voltei. Desta vez, em agosto de 2002, quando faziam 25 anos após a morte de Elvis, regressei com outra amiga, a Olga Susana, para realizar o sonho dela. Segundo a própria, foi a “viagem da vida dela”, sendo ela fã de Elvis desde menina e da sua geração. Como tinha dificuldades de locomoção e não falava inglês, só mesmo acompanhada seria possível realizar o seu sonho. Senti-me feliz por ter sido eu a pessoa que a ajudou nesse sentido.

Regressei a Portugal, depois de 11 dias, sentindo que talvez nunca mais fosse regressar, por ser uma viagem complicada e dispendiosa de fazer (tive de trabalhar e poupar bastante para isso durante alguns anos). Mas sempre com o pensamento de que me sentia muito afortunada e abençoada, pois sendo fã de Elvis, como tantos milhões de outros, eu já tinha ido a Tupelo e Memphis DUAS vezes.
 

A vida foi passando… de facto, como fundei, com outros amigos, o clube de fãs de Elvis (Elvis 100% - Still Rockin’!) em janeiro de 2001… passou-se quase toda a existência e a história desse mesmo clube até aos dias de hoje. E muita coisa aconteceu na minha vida profissional, pessoal e na vida do próprio clube. A vida dá muitas voltas… e 18 anos ainda são alguns anos.

O que não podia ter imaginado era que no decurso desse tempo iria acabar por ficar com uma pessoa do meu lado que conheço há imensos anos e que tem os gostos (incluindo ser fã de Elvis desde criança) e modo de pensar praticamente iguais aos meus. Mas com quem me tinha cruzado poucas vezes por conta dessas tais voltas que a vida dá. Quis o destino que nos reencontrássemos 18 anos após nos termos visto pela última vez, ambos solteiros e com 42 anos de idade. Essa idade… tão emblemática para todos nós, que gostamos de Elvis. Estamos juntos desde então e, volvidos 8 anos dessa vida conjunta, o Jorge quis ir a Memphis. Se ele não quisesse lá ir, eu não voltaria e não me importaria, pois, tal como disse, já lá tinha estado duas vezes, que são mais vezes que aquelas que muitos fãs podem sequer imaginar. Mas, tendo ele decidido que queria ir… vamos lá, então!
 

Aconteceu em agosto de 2019, quando passaram 42 anos após a morte de Elvis… os mesmos anos que tínhamos quando nos reencontrámos e ficámos juntos. E a experiência foi totalmente diferente por vários motivos: primeiro, porque acabei por realizar o meu sonho secreto de estar ali com alguém ao meu lado que me entendesse por completo sem serem necessárias explicações (algo absolutamente maravilhoso!); e segundo porque, como a maior parte dos fãs de Elvis sabe, desde 2016 até aos dias de hoje, tudo em redor da área de Graceland tem sido alterado, com brutais investimentos feitos pela cidade de Memphis. Desta forma, estava tudo diferente desde a última vez que lá tinha estado, há 17 anos atrás. Que senti eu perante essas diferenças…? E vou enumerá-las primeiro:
 

1) A primeira grande alteração feita em redor da área de Graceland foi construir um novo hotel, o Guesthouse at Graceland, que fica dois números antes da mansão, no Elvis Presley Boulevard e que tem 450 quartos (e existem já projetos para aumentá-lo em mais 100 quartos! – já ganhou vários prémios de qualidade);
 

2) A segunda grande alteração foi que demoliram o Heartbreak Hotel, que ficava do outro lado da rua, em frente da mansão, para poderem construir um grande parque de estacionamento que serviria de apoio ao hotel e ao enorme investimento seguinte e que foi…;
 

3) … um gigantesco complexo de entretenimento, que albergaria vários museus dedicados à carreira de Elvis, com exposições permanentes e temporárias, restaurantes, lojas, os aviões, etc. Para o efeito, demoliram os velhos e já ultrapassados edifícios que se situavam exatamente em frente ao muro que rodeia Graceland, do outro lado do Elvis Presley Boulevard, pois estavam obsoletos  e sem capacidade para apresentar/expor tudo o que a Elvis Presley Enterprises e Graceland têm referente ao património de Elvis (guardado nos Arquivos de Graceland). E tão pouco a mansão também tinha essa capacidade.

Na sequência de todas estas grandes alterações, tudo ali ficou diferente. O novo hotel veio dar uma beleza enorme ao Elvis Presley Boulevard, pois é realmente lindo, funcional e espetacular (apesar de muito caro). Os edifícios velhos que foram demolidos, deram lugar a terras cheias de relva e jardins, com árvores, de modo que agora, quando estamos dentro da propriedade de Graceland, não vemos nem edifícios, nem aglomerados de pessoas, ou autocarros para fazer as visitas guiadas à mansão. Vemos apenas o verde da natureza. E que era o que Elvis sempre quis desde o início. Quando adquiriu Graceland, era assim. Mas depois foi cumprir o seu serviço militar, durante dois anos. Quando regressou, já existiam lojas e casas de outras pessoas construídas em frente. Na altura chegou a dizer que tinha muita pena de não ter adquirido também os terrenos em frente, para evitar que isso tivesse acontecido. Agora, tantos anos após, está tudo como Elvis gostava que estivesse.
 

E o grande complexo de entretenimento, fica por trás das filas de árvores que percorrem o riacho que acompanha o Boulevard, sendo que nem se vê quando estamos na mansão. Porém… ao atravessar as pequenas pontes que lhe dão acesso… vemos o enorme conjunto de edifícios, que é realmente espetacular, extremamente bem organizado, sendo que nem tenho palavras para descrever o quão maravilhoso é.
 

Mas antes de o visitarmos, claro que tivemos de ir primeiro a Graceland. Era a minha oitava visita ao seu interior e a primeira visita do Jorge. Fiquei agradada de ver que continua tudo muito bem cuidado e preservado. A nível da casa em si, da parte utilizada pela família, estava tudo igual. As únicas diferenças que encontrei (e que já sabia que existiam) foram: a Sala dos Troféus já não contém parte das roupas, prémios e discos de ouro de Elvis. Agora contém uma pequena exposição sobre o início de vida da família Presley e Tupelo, assim como peças de mobiliário que foram retiradas de divisões do andar de cima (que não está aberto ao público), como do quarto de Lisa Marie e do escritório de Elvis. E está tudo muito mais airoso. Dantes estava tudo muito “entulhado” e não podíamos ver tudo com tanta harmonia e facilidade.
 

Outra das diferenças foi encontrada na divisão que separa o escritório de Vernon da Sala de Tiro, pois agora encontra-se lá uma réplica da casinha de Tupelo, onde Elvis nasceu. Um bonito toque, com explicação sobre a mesma. E em seguida, a última diferença encontrada: o edifício do raquetebol já não contém peças de roupa e discos de outro e outros prémios de Elvis. Estava cheio com essas coisas porque não havia espaço em mais lado nenhum, o que fez com que nunca tivéssemos visto como era o ginásio privativo de Elvis na altura em que ele o utilizava. Agora está todo desimpedido e pronto a usar por quem quiser jogar uma partida de raquetebol. A única coisa que se vê dentro do espaço para jogar é um expositor com a raquete e a bola que Elvis usava quando praticava o desporto. Gostei desta diferença, pois sabia que tudo o que não encontrei ali estava agora exposto no novo complexo, do outro lado da rua.

A emoção que senti em estar ali foi mais por estar na companhia do Jorge, que talvez estivesse a sentir o que senti quando ali fui pela primeira vez. Não duvido que foi isso mesmo. Claro que passar no Jardim das Meditações é sempre comovente. E ficámos lá ainda um bom bocado, apenas a ouvir os barulhos feitos pela natureza: aves, vento e o som da água na fonte a jorrar.

Fomos visitar o complexo em seguida. Já tínhamos tirado os bilhetes com antecedência. Notei uma subida nos preços para visitar a mansão em relação à última vez que lá tinha estado. Mas já foi há muitos anos e com todas as inovações e melhoramentos, é natural que queiram e precisem de recuperar os investimentos feitos. Para visitar a mansão o bilhete fica em cerca de 45 dólares por pessoa. Os aviões são 5 dólares por pessoa. E para visitar o complexo, só é possível fazê-lo tirando o bilhete incluindo a mansão, o que faz com que fique tudo em 61 dólares por pessoa, sendo que a visita dos aviões é sempre opcional. Tirámos bilhetes para tudo, o que fez com que custasse 66 dólares por pessoa para visitar tudo.
 

O que não podíamos imaginar era que precisávamos muito mais do que meio dia para visitar aquele complexo e tudo o que tem para nos disponibilizar! Existem vários museus e várias lojas. Algumas lojas só se podem visitar se tivermos tirado o bilhete para visitar os museus, mas há 3 lojas que estão disponíveis para toda a gente, quer tenham tirado bilhete para visitar o complexo e/ou a mansão, ou não.
 

Agora temos um museu completamente dedicado aos carros de Elvis, onde estão expostos muitos mais automóveis, por terem tanto espaço. Temos outro só para as motos (no museu antigo só estavam dois exemplares) e outros veículos com rodas que Elvis gostava de usar para diversão pessoal. Temos um museu totalmente dedicado à carreira de Elvis como soldado. Dantes só podíamos ver uma das suas fardas e botas expostas em Graceland. Temos outro museu – que é, sem dúvida, o melhor! – dedicado à vida e carreira de Elvis. Leva IMENSO tempo a visitar, pois tem várias subsecções dedicadas às várias fases da sua carreira: começa com a Sun Records e o início de carreira, continua com uma parte dedicada ao cinema, outra ao Comeback Special de 68, outra a Las Vegas e o regresso à estrada, a That’s The Way It Is, a Aloha From Hawaii, outra à carreira gospel, à sua beneficência e aos últimos prémios conquistados, incluindo pós morte. Tudo isto com IMENSAS peças de roupa e ecrãs gigantes a projetar filmes relacionados com as diferentes temáticas, com bancos onde nos podemos sentar e simplesmente estar, ver e sentir. É maravilhoso! E, claro… IMENSA informação para ler, em vários expositores.
 

Para além destes museus só dedicados a Elvis, temos também um dedicado aos Arquivos de Graceland, onde podemos ver dezenas e dezenas de artefactos retirados dos seus arquivos em prateleiras (sendo que os arquivos de Graceland têm quase 2 mil milhões de artefactos!). Podemos ver como é que são armazenados, catalogados e tratados. Existem até gavetões de arquivo enormes e pesados, que podemos abrir para ver o que contêm, quase como se fôssemos os curadores e responsáveis pelo cuidar de tão preciosos artigos. Muito interessante! Existe ainda um museu dedicado a Lisa Marie Presley, também ele cheio de história, de como foi crescer em Graceland, peças de roupa de Lisa Marie, fotos de família e também parte da sua carreira enquanto cantora. Um dos museus mais interessantes para o público em geral (que não seja fã de Elvis) é aquele que se chama “Ícones” e que tem expostas peças de vários artistas de várias áreas (uns vivos e outros já não), que podem ser de roupa, instrumentos musicais ou outras coisas… com citações dos mesmos a dizer porque motivo Elvis é importante para eles e como os influenciou.

 

Imaginem agora… no final de cada museu existe uma loja. Cada uma com coisas mais lindas que a anterior (e tudo diferente). Temos igualmente dois restaurantes, um dedicado a churrasco e carnes assadas, chamado Vernon’s Smokehouse e outro dedicado a pizzas, hamburgers, saladas, etc, chamado Gladys’ Dinner e ainda a loja de doces e gelataria, Minnie Mae’s.

 

Está tudo feito e concebido a pensar no conforto do utilizador. Até o pormenor de nos podermos sentar a ver um filme sobre Elvis de cerca de 8 minutos (com um resumo da sua carreira), enquanto esperamos pelo autocarro que nos há-de levar até à porta de Graceland. Há dois pontos de informações para os visitantes, várias casas de banho, área com cacifos para guardar coisas, chafarizes para beber água, um edifício que é usado para apresentação de espetáculos e mostrar filmes de Elvis (o Soundstage, onde fomos ver o “Elvis in Concert”, no dia 16 de agosto), várias fichas e tomadas elétricas por todo o lado para podermos carregar as baterias dos nosso telemóveis, máquinas de filmar/fotografar, etc… tudo a pensar, como disse, no conforto do utilizador. O que me faz concluir que o valor de 66 dólares por pessoa para visitar tudo e ter acesso a tudo isto… não é, realmente, caro. Quem já visitou vários outros museus ou atrações turísticas, sabe bem que os valores cobrados costumam ser muito mais elevados. Para ver tudo com calma, temos de disponibilizar de dois dias. Foi como nós fizemos.
 

E depois, é óbvio, tivemos de ir até à Beale Street, visitar a Sun Records na Union Avenue (que é sempre espetacular e muito emocionante), dar um passeio no Rio Mississippi (que foi a primeira vez que o fiz – adorei!), assistir à emocionante e calorosa (em todos os sentidos) cerimónia da Vigília das Velas e rever velhos amigos e fazer novos amigos. O dia da vigília é o ponto de encontro para os fãs. O momento em que todos se reúnem em memória de Elvis, para lhe agradecer o quanto enriqueceu as nossas vidas e que continuamos a gostar dele. Reencontrei o Ebby James, que conheci em 1997, e que esteve presente na primeira (e em todas as subsequentes) vigília das velas de todas, em 1979. Reencontrei também o Walteir Terciani, do Brasil, com o seu Gang’Elvis presente. Reencontrámos os amigos que fizemos na Inglaterra, em fevereiro deste ano, quando fomos até lá para apoiar o nosso amigo António Carlos Coimbra no concurso dos artistas de tributo (sendo que acabou por ganhá-lo, considerado o Melhor da Europa), o Emilio Santoro e família, o Tommy Holland e família, a Lisa e o Paul Phillips. Fizemos amigos novos, com os quais nos mantemos em contacto: a Ester Alicia Blajer, da Argentina (que esteve presente em tudo como eu em 1997, mas nunca nos chegámos a encontrar – viajámos com o mesmo grupo, organizado pelo clube de fãs da Inglaterra), o casal chileno simpatiquíssimo, Mabel Navarro Osorio e Juan Luis (para quem tive de fazer de tradutora intérprete em Graceland, pois nem eles sabiam inglês, nem eles lá sabem espanhol!), o grande fã, muito simples e genuíno, Joe Makowski (que assistiu a 81 concertos de Elvis!), da Flórida, e a sua amiga, a Judy Martin… para nomear apenas alguns. Aquele ambiente é incrível: a forma como todos os elementos que trabalham em Graceland e na EPE cuidam dos fãs, disponibilizando água e leques (com Elvis, claro!) por causa calor e até mesmo a dar uma vela a quem não levou a sua. Foi a minha terceira vigília e a primeira do Jorge, que adorou a experiência.
 

Os pontos menos positivos nesta viagem não afetaram o nosso prazer por tudo quanto ali vivenciámos. Mas fomos apanhados por um mini tornado (mini na duração, que foi cerca de 1 hora, mas forte), o que muito nos assustou! Sempre que estive ali nas terras do Rei passei por isso, mas nunca tinha sido apanhada na rua por um e isso foi realmente assustador. A Marcia, esposa do Doug, partiu uma perna logo no início da semana e passou todo esse tempo hospitalizada! E o nosso amigo António Carlos Coimbra não conseguiu ficar classificado no concurso (Images of the King) dos artistas de tributo, onde atuaram cerca de 20 artistas em 3 categorias (jovens, profissionais e não profissionais), apesar de uma atuação muito boa. A verdade é que não vimos ninguém com um mau desempenho, muito antes pelo contrário. Isso fez-nos sentir que valeu a pena pagar o bilhete para assistir às finais.

 

Também assistimos a concertos dos artistas Cote Deonath (vencedor do concurso do ano passado), de Vic Trevino, de Taylor Rodriguez (vencedor do concurso Ultimate, de Graceland, deste ano) e de Dean Z (vencedor do concurso Ultimate em 2009). Tudo artistas muito bons, que nos fizeram passar por muito bons momentos musicais. A semana terminou com o concerto de Elvis, como acontece todos os anos, onde estiveram presentes os últimos elementos que ainda estão vivos da TBC Band original de Elvis (Glen D. Hardin, James Burton e Ronnie Tutt) e 3 cantores de apoio, a Estelle Brown (das Sweet Inspirations, último elemento vivo), Terry Blackwood e Jim Murray (dos Imperials). Um grande privilégio e uma emoção muito grande. Afinal… esta foi a minha 3ª e 4ª vez (em relação a James Burton) que tive esse privilégio. E desde 1993 (quando comecei a ver elementos ligados a Elvis atuar) até 2019, já muitos partiram. Consegui vê-los a todos com vida (com exceção de Charlie Hodge) e sinto-me abençoada por isso. Este ano, ao ver os que ainda restam, não pude deixar de me emocionar e verter algumas lágrimas, por pensar que talvez não volte a vê-los mais. Estão todos na casa dos 80 e já com os seus problemas de saúde inerentes. E são testemunhos vivos que representam um pouco de Elvis para todos nós. Abençoados sejam enquanto cá andarem, pelas alegrias que já me deram e a tantos outros fãs como eu.
 

Regressámos a Portugal com a sensação de “missão cumprida”, pois vimos e fizemos tudo a que nos propusemos. E, claro… tal como eu que quis regressar a Memphis depois de lá ter estado pela primeira vez… o Jorge agora também quer regressar. Soube-lhe a pouco! É sempre assim. A cidade de Memphis, a baixa e tudo em redor está como que degradado e pouco cuidado. Mas quando estamos ali na área em redor de Graceland, tudo está tão bem cuidado e preservado que parece um verdadeiro oásis. O único aspeto menos positivo (e já apresentei a sugestão) é não ter o velho posto de correios que existia antes de deitarem abaixo os velhos edifícios, pois dá imenso jeito. E também está nos planos construir um hangar para albergar os dois aviões de Elvis, e assim os proteger das intempéries. Tiro o meu chapéu a tudo que a EPE (da qual Priscilla e Lisa Marie Presley fazem parte) tem feito em conjunto com os responsáveis pela cidade de Memphis em prol de Elvis e do desenvolvimento daquela área. Afinal, entre Graceland, a EPE e o novo hotel, trabalham ali cerca de mil pessoas. E Elvis representa uma importante (senão mesmo a mais importante) atração turística para a cidade. Afinal… até pessoas portuguesas encontrámos dentro do complexo de entretenimento, que não eram fãs de Elvis, mas que estando de passagem e sabendo que era a “Semana Elvis”, tiveram de parar para visitar a mansão e todos os museus. Quando perguntámos o que estavam a achar da experiência, a resposta dos 4 elementos foi unânime, “Estamos a adorar!” Graceland é património cultural nacional e é uma das atrações turísticas que faz parte de qualquer roteiro nacional, o que não deixa de nos encher de alegria e orgulho.
 

A quem ainda não foi… poupe, esforce-se e faça por ir. Todo o fã deve ter esta experiência!
 

Em baixo, ligações diretas aos álbuns publicados na nossa página de Facebook, onde podem encontrar muitas fotos dedicadas à nossa viagem, divididos por temas para facilidade de consulta e visualização.

 

E aqui, ligações a outros artigos que escrevi, aquando da minhas visitas anteriores a Tupelo e Memphis:

 

Sonhos Realizados – Visita a Tupelo e Memphis – Agosto de 1997
http://elvis100percent.com/experiencia3.htm

 

Memphis Revisitada – 25 Anos Depois – Agosto de 2002
http://elvis100percent.com/experiencia7.htm

 

O Elvis 100% Tem Reunião com a Elvis Presley Enterprises – Agosto de 2002
http://elvis100percent.com/experiencia9.htm

 

Noite à Elvis em Libertyland – Agosto de 2002
http://elvis100percent.com/experiencia10.htm

 

Roubo em Memphis…! – Agosto de 2002
http://elvis100percent.com/experiencia11.htm

 

SEMANA ELVIS 1 – Novo Complexo em Graceland e Arredores (80 fotos)
https://www.facebook.com/pg/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2859584784074137

SEMANA ELVIS 2 – VISITA A GRACELAND – Fachada (61 fotos)

https://www.facebook.com/pg/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2859797737386175

SEMANA ELVIS 3 – VISITA A GRACELAND – Hall e Sala de Estar (40 fotos)

https://www.facebook.com/pg/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2859836784048937

SEMANA ELVIS 4 – VISITA A GRACELAND – Sala de Jantar (24 fotos)

https://www.facebook.com/pg/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2859970060702276

SEMANA ELVIS 5 – VISITA A GRACELAND – Quarto Pais Elvis (9 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2859992997366649

SEMANA ELVIS 6 – VISITA A GRACELAND – Cozinha (23 fotos)

https://www.facebook.com/pg/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2860003104032305

SEMANA ELVIS 7 – VISITA A GRACELAND – Sala das TVs (37 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2860075524025063

SEMANA ELVIS 8 – VISITA A GRACELAND – Sala de Bilhar (21 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2860112580688024

SEMANA ELVIS 9 – VISITA A GRACELAND – Jungle Room (45 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2860995913933024

SEMANA ELVIS 10 – VISITA A GRACELAND – Traseiras (88 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2861427467223202

SEMANA ELVIS 11 – VISITA A GRACELAND – Sala dos Troféus (112 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2861557680543514

SEMANA ELVIS 12 – VISITA A GRACELAND – Jardim das Meditações (121 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2861775397188409

SEMANA ELVIS 13 – VISITA A GRACELAND – Portões e Muro (41 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2861910453841570

SEMANA ELVIS 14 – VISITA AOS AVIÕES – Lisa Marie e Hound Dog II (81 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2863402343692381

SEMANA ELVIS 15 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu Automóvel (127 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2863520257013923

SEMANA ELVIS 16 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu dos Motociclos (74 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2865336676832281

SEMANA ELVIS 17 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu dos Ícones (39 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2865484380150844

SEMANA ELVIS 18 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu do Soldado (35 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2865550520144230

SEMANA ELVIS 19 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu dos Arquivos (35 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2865589403473675

SEMANA ELVIS 20 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu do Artista (331 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2865898133442802

SEMANA ELVIS 21 – VISITA AO NOVO COMPLEXO – Museu de Lisa Marie (21 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2867322886633660

SEMANA ELVIS 22 – VISITA À SUN RECORDS (157 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2867409633291652

SEMANA ELVIS 23 – VISITA À BEALE STREET (64 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2867522696613679

SEMANA ELVIS 24 – PASSEIO NO RIO MISSISSIPPI (98 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2871283576237591

SEMANA ELVIS 25 – VIGÍLIA DAS VELAS (51 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2871767742855841

SEMANA ELVIS 26 – “ELVIS AO VIVO – 1969” (52 fotos)

https://www.facebook.com/clube.elvis100percent/photos/?tab=album&album_id=2872761399423142

 

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